Mais uma vez, não foi uma revolução. Mas…

Tim Cook apresenta iPad Pro
Tim Cook apresenta iPad Pro

A Apple mais uma vez NÃO revolucionou o mercado de tablets e canetas digitais — só os fãs ardorosos acham nisso. Numa disputa entre iPad Pro versus o Surface da Microsoft, há inúmeras razões para optar pelo Surface — eu mesmo uso programas de pintura digital como Painter e MangaStudio que só rodam no Windows (ok, no OS X também).

PORÉM, dada a atual política bizarra da Microsoft de descontinuar uma coisa que ela lançou mês passado só porque (ainda) não deu o retorno esperado, eu acho mais SEGURO optar pelo iPad Pro, pois ao menos há a garantia de que muitas empresas se empolgarão para lançar apps legais para a plataforma da Apple.

E se amanhã a Microsoft resolver descontinuar o Surface e parar de dar suporte a ele? É um baita equipamento, diga-se de passagem, mas falta a confiança do mercado para ele se estabilizar. E, claro, há outras empresas como HP e Asus que também lançaram tablets com Windows (mas com hardware bem mixuruca).

A Microsoft peca pela falta de apps no Windows 10 e Windows Mobile (muitos apps bacanas que existem no iOS não existem no Windows Phone/Mobile ou têm versões ‘genéricas’ que não atendem as expectativas. Tente instalar o Trello, ToDoist ou Periscope no Windows).

Este é o motivo de eu estar mais interessado no iPad Pro do que no Surface.

E também o motivo de eu estar me despedindo do meu Windows Phone e mudar para o iPhone no meu próximo celular.

Emílio Calil

Jornalista, escritor, designer e consultor de marketing digital. Apaixonado pelo bairro da Mooca e apreciador de boa gastronomia, bons vinhos, boa conversa, tecnologia e videogames.

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