Lançado no Brasil, novo MacPro pode passar dos 400 mil reais

Mac Pro 2019 na linha de produção

O novo MacPro foi finalmente lançado no Brasil no dia 19 de fevereiro de 2020 e além do desenho exótico, à la ralador de queijo, surpreende também pelos valores de venda, que podem chegar a 439 mil reais em configurações avançadas.

Destinado a empresas que precisam de máquinas com alto poder de computação, a versão básica já traz uma configuração poderosa, que inclui um processador Intel Xeon W de 8 núcleos chegando a 4 GHz em modo turbo, 32GB de RAM, uma placa gráfica AMD Radeon Pro 580X com 8 GB de memória e um armazenamento de 256GB SSD. O valor é de um carro: R$ 55.999,00.

Visão interna do MacPro 2020.
Visão interna do novo MacPro. Foto: Apple, reprodução

A versão mais avançada do modelo em torre chega a R$ 438.399,00, composta de um Intel Xeon W de 28 núcleos chegando 4,4 GHz em modo turbo, 1,5TB de RAM (sim, um HD inteiro de memória!), duas placas gráficas Radeon Pro Vega II Duo (com 2 x 32 GB de memória cada), um SSD de 8 tera, uma placa aceleradora Apple Afterburner.

A placa Afterburner, em especial, traz um desempenho de vídeo ainda melhor nos fluxos de trabalho mais complexos, pois de acordo com a Apple, diminui a carga associada à decodificação de codecs de vídeo no Final Cut Pro, QuickTime e outros aplicativos de terceiros que seja compatíveis). Só esta placa custa 16 mil.

Na versão torre ainda pode-se substituir os pés fixos por rodízios, pela bagatela de R$ 3.200,00. (São de aço inoxidável!)

Mac Pro 2019 + monitor Apple Pro Display XDR
Mac Pro 2019 + monitor Apple Pro Display XDR. Foto: Apple, reprodução

Para completar o conjunto, nada como um monitor Pro Display XDR com a estonteante tela Retina 6K de 32 polegadas, por “apenas” R$ 54.000 com o vidro “textura-nano” (nano texture) que precisa de um pano especial para limpar.

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Autor: Marco Andrei Kichalowsky

Editor-chefe do macnarama.com, é applemaníaco e trabalha com produtos Apple desde 1993. Foi presidente do Brasil Apple Clube durante 10 anos e colaborador da saudosa Macmania e sua herdeira MAC+ até o fim da revista em 2015.